-Augusto Oliveira-
Estamos todos emaranhados nessa trama
Na ponta de um o outro se trança
E quem achar que achou a ponta solta, se engana
Embolados somos nós como nós sem ponta.
E todos mergulhados na espiral do tempo
Inicio e fim ficam bem ali no infinito
E antes que anunciem um final maldito
Beberemos à sede do contentamento
E morderemos à carne do que acharmos bonito
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